LINHA INTRAX

INTRAX MIX

Máxima e rápida absorção e translocação de micronutrientes — com ganho em pós-colheita (firmeza, sanidade e BRIX), produtividade e posicionamento estratégico na fase inicial e floração (presença de Boro).

Absorção RápidaResposta mais ágil
TranslocaçãoNutrientes no ponto certo
FloraçãoFoco em pegamento (B)
Embalagem do produto INTRAX MIX
INTRAX MIX - detalhe da embalagem

Recomendação e Posicionamento Técnico

INTRAX MIX e INTRAX MIX PLUS têm máxima e rápida absorção dos nutrientes, promovem translocação para os pontos de maior demanda, melhoram pós-colheita (firmeza, sanidade e BRIX), favorecem desenvolvimento e elevam produtividade e lucratividade.

  • Absorção + Mobilidade: entrega nutricional com eficiência e translocação.
  • Qualidade: firmeza, sanidade e BRIX superiores.
  • Fases-chave: fase inicial e floração (Boro) como entradas estratégicas.
Posicionamento FBA: dose recomendada (rótulo) 0,5 a 2 L/ha (ou 50 a 200 mL/100L). Dose prática de referência nas tabelas: 500 mL/ha. Aplicações podem ocorrer durante o ciclo, conforme cultura e fase.

Tabelas Oficiais — Intrax Mix e Mix Plus

Dosagem adicionada conforme tabela enviada.

Dosagem — INTRAX MIX

Cultura Dose Momento / Frequência
Cultivos Extensivos 0,5 a 2,0 L/ha ou 50 a 200 mL/100 L de água Durante todo o ciclo da cultura. A aplicação pode ser repetida 2 ou mais vezes durante o ciclo da cultura.
Frutíferas 0,5 a 2,0 L/ha ou 50 a 200 mL/100 L de água Durante todo o ciclo da cultura. A aplicação pode ser repetida em intervalos de 2 a 4 semanas durante o ciclo da cultura.
Hortaliças 0,5 a 2,0 L/ha ou 50 a 200 mL/100 L de água Durante os momentos de maior demanda da planta. A aplicação pode ser realizada semanalmente durante o ciclo da cultura.
Folhosas 0,5 a 2,0 L/ha ou 50 a 200 mL/100 L de água Durante os momentos de maior demanda da planta. A aplicação pode ser realizada semanalmente durante o ciclo da cultura.
Grãos 0,5 a 1,0 L/ha ou 50 a 100 mL/100 L de água Durante todo o ciclo da cultura, com ênfase na florada. A aplicação pode ser repetida em intervalos de 2 a 4 semanas durante o ciclo da cultura.

Intrax Mix e Mix Plus — Nutrientes, Sintomas e Posicionamento

Seções organizadas para apresentação técnica e comercial.

1. O Cálcio nas Plantas e suas Funções

  • Componente estrutural essencial na parede celular e membrana plasmática (estabilidade e integridade).
  • Mensageiro secundário em sinalização celular (respostas a estresses, crescimento e divisão).
  • Influência na permeabilidade e estabilidade de membranas, atividade enzimática e integridade pós-colheita (textura/firmeza).

2. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência em tecidos jovens: necrose de pontas/margens, podridão de extremidade, folhas novas deformadas, queda de qualidade e maior suscetibilidade a podridões.
  • Toxicidade rara; excesso pode antagonizar Mg e K localmente.
Figura 1 — Deficiência de Cálcio no milho
(reservado)
Figura 1Fonte: UFSM
Figura 2 — Deficiência de Cálcio no tomate
(reservado)
Figura 2Fonte: ElevAgro
Figura 3 — Deficiência de Cálcio na cebola
(reservado)
Figura 3Fonte: Embrapa

3. Posicionamento

  • Tomate: aplicações foliares com Ca reduzem “podridão final da flor” e melhoram conservação.
  • Maçã/Citros: Ca foliar aumenta firmeza e reduz desidratação no pós-colheita.
  • Hortaliças: melhora qualidade e reduz quebras no pós-colheita em algumas culturas.

4. O Boro nas Plantas e suas Funções

  • Essencial para integridade da parede celular, divisão e elongação celular.
  • Crítico para meristemas, polinização, frutificação e qualidade de frutos.

5. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência: morte de meristemas, má formação de flores, queda/abortamento, frutos deformados, redução de tamanho/qualidade.
  • Toxicidade: faixa estreita — excesso causa queima de margens/necrose e perda de produtividade.
Figura 4 — Deficiência de Boro no milho/soja
(reservado)
Figura 4Fonte: Rehagro
Figura 5 — Deficiência de Boro no café
(reservado)
Figura 5Fonte: Rehagro
Figura 6 — Deficiência de Boro na cebola
(reservado)
Figura 6Fonte: Embrapa

6. Posicionamento

  • Frutíferas: B na floração e início da frutificação reduz abortamento e melhora qualidade.
  • Hortaliças: melhora pegamento e reduz abortos florais.

7. O Zinco nas Plantas e suas Funções

  • Micronutriente amplamente aplicado; considerado imóvel (baixa mobilidade no solo e na planta).
  • Cofator enzimático; participa na síntese de auxinas, integridade de membranas e síntese proteica.

8. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência: redução de crescimento, folhas pequenas, clorose internerval, manchas necrosadas; em milho, redução do entrenó.
Figura 7 — Deficiência de Zinco na maçã
(reservado)
Figura 7Fonte: Embrapa
Figura 8 — Deficiência de Zinco na cebola
(reservado)
Figura 8Fonte: Embrapa

9. Posicionamento

  • Arroz: melhora crescimento inicial e diminui bronzeamento.
  • Trigo/Milho: em solos de baixa disponibilidade, aplicações elevam rendimento.

10. O Cobre nas Plantas e suas Funções

  • Cofator enzimático ligado à fotossíntese, respiração, lignificação e defesa contra estresse oxidativo.

11. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência: crescimento reduzido, folhas cloróticas/manchadas, afilamento de colmos, má formação floral e baixa fecundidade.
  • Toxicidade: acúmulos elevados afetam raízes e causam clorose/danos oxidativos; depende do nível inicial e histórico do solo.
Figura 9 — Deficiência de Cobre em morango
(reservado)
Figura 9Fonte: Tecagua.eco
Figura 10 — Deficiência de Cobre na cebola
(reservado)
Figura 10Fonte: Embrapa

12. Posicionamento

  • Trigo: correção melhora qualidade de espiga e massa de grãos em áreas deficientes.
  • Soja/Milho: respostas variam conforme nível inicial; pode melhorar sanidade e produtividade.

13. O Ferro nas Plantas e suas Funções

  • Nutriente imóvel; vital para fotossíntese e respiração. Na soja, importante para fixação biológica de N.
  • Atua em processos redox e metabolismo energético.

14. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência: clorose internerval em folhas jovens; comum em solos calcários/alcalinos.
  • Toxicidade: em ambientes muito reduzidos/anaeróbios pode ocorrer excesso de Fe²⁺ (raro no manejo usual).
Figura 11 — Deficiência de Ferro na soja
(reservado)
Figura 11Fonte: UNL
Figura 12 — Deficiência de Ferro na cebola
(reservado)
Figura 12Fonte: Embrapa

15. Posicionamento

  • Frutíferas: respostas consistentes a aplicações (especialmente em citros em solos alcalinos).
  • Horticultura/ornamentais: correção visual de clorose e melhora de vigor.

16. O Molibdênio nas Plantas e suas Funções

  • Cofator da nitrato redutase e nitrogenase (nódulos de leguminosas): crítico para assimilação/fixação de N.

17. Sintomas de Deficiência e Toxicidade

  • Deficiência: sintomas como deficiência de N, redução de crescimento, curvatura/alterações foliares e baixa eficiência de nodulação.
  • Toxicidade: raríssima; pode antagonizar Cu e outros micronutrientes.
Figura 13 — Deficiência de Molibdênio na soja
(reservado)
Figura 13Fonte: AgroLink
Figura 14 — Deficiência de Molibdênio na cebola
(reservado)
Figura 14Fonte: Embrapa

18. Posicionamento

  • Leguminosas: aumenta eficiência da fixação biológica de N e pode elevar rendimento.
  • Cereais/hortaliças: correção em solos deficientes melhora assimilação de N.

19. Posicionamento FBA

Dose (Intrax Mix e Mix Plus): 0,5 a 2 L/ha (ou 50 a 200 mL/100L). Dose prática recorrente em materiais: 500 mL/ha.

  • Intrax Mix: entradas na fase inicial e na floração (Boro).
  • Intrax Mix Plus: do crescimento vegetativo intenso até próximo à colheita (adição de Cálcio e Magnésio).
  • Alta eficiência e absorção: correção rápida de deficiências e estímulo metabólico.

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